Após a oração, o presbítero estava olhando o diácono que subia o altar, ele e o pastor estavam movido pelo mesmo Espírito, os olhos do presbítero era como bolas negras sem brilho. Durante o culto, o presbítero estava estagnado, a quanto tempo não era chamado pelo Pastor, sentia que a graça de Deus o havia abandonado, mas o diácono a quem ele fitava estava cheio da graça do Espírito. Estava cansado, as madrugadas eram de continuas orações, queria graça, ha alguns meses vinha nesta busca constante, com jejuns, orações, incansável estudos bíblicos, até já cantava a Deus na alta madrugada. O que fiz eu Senhor? Esta era sua principal indagação em suas orações.
Naquela noite sentira uma inveja tão grande daquele irmão. Quando o diácono percebeu que ele estava lhe olhando, olhou dentro dos olhos dele sentiu que algo invisível a seus olhos lhe acertara a alma, ao sentar caíra de joelhos, se fosse a carne que tivesse sido ferida, o chão do altar estaria com uma enorme poça de sangue, mas como fora na alma, agonia psíquica lhe atormentava, lagrimas molhavam o banco, quando levantou-se já não era mais o mesmo, ergueu seu olhar, o presbítero lhe enterrava os olhos como facas pontiagudas. Na vida daquele presbítero não havia graça somente amargura, inveja, desprezo, sua alma estava na escuridão. O diácono fora para casa, como um soldado ferido na guerra, sua vontade era nunca mais voltar.
"Também isto procede do Senhor dos Exércitos; Ele é maravilhoso em conselho e grande em sabedoria." Is 28.29
terça-feira, 26 de setembro de 2017
domingo, 24 de setembro de 2017
O MEDO
De joelhos aos pés do Senhor disse-lhe: em alguns filmes que via nos anos oitenta, quando aparecia um animal ferido difícil de ser curado, seu dono lhe dava um tiro de misericórdia, e acabava com todo o sofrimento. Pedia a Deus este tiro misericordioso, e que o levasse para terra do esquecimento, onde lá jamais seria lembrado pelo pai e por qualquer outro, e principalmente por si próprio.
sábado, 23 de setembro de 2017
ESPÍRITO SANTO
Entrou na igreja, saudou o diácono e outros que estavam na porta, não lhe responderam a saudação,seus passos eram firmes ficaram leves, olhou para traz, animadamente conversavam, e animadamente continuaram, não notaram a sua presença. Sobre sua cabeça caíra como que um véu negro. Mais adiante irmãs conversavam, o culto ainda não havia inciado, era a terceira vez naquela igreja, estava ali porque fora abençoado por Deus, esperava oportunidade para contar seu testemunho, mas já não era mais recebido como fora a primeira vez. Sentou-se, uma tristeza tomava conta de si, já não mas sentia a paz como na primeira vez, queria ir embora, as pessoas passavam por ele, ele não existia para elas, o que estava acontecendo? Levantou-se devagar, caminhava em direção a saída, uma criança que estava correndo parou e fixou o olhar para ele, seu semblante estava caído, ele foi andando e a criança via ele ir embora, quando saia pela porta, a criança correu pegou sua mão e perguntou tio vai embora? Ele olhou para a criança e falou não, eu só vou sair um pouco, ela disse Jesus não quer que vá embora, alguém levou a criança, ele voltou e sentou-se.Toda a tristeza fora embora, sua alma fora tomada pela a luz do Espírito Santo, a alegria de estar ali era maior do que primeira vez...
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
LEMBRANÇAS DA MORTE
Havia uma brisa forte, era setembro, ao lado da entrada da capela estava sentado, seitei-me a sua frente, com meu bloquinho nas mãos, fazia minhas anotações. Olhando para mim, perguntando-se quem era? Sem pestanejar, anotava, até mesmo uma expressão. Começou a conversar, havia uma necessidade de falar, eu queria ouvir, atento estava. Aquele era o momento, eu queria escutar o inconsciente, não foi possível, ouvi o pré-consciente, era cheio de marcas, a morte teve por varias vezes sua oportunidade, disse-me rindo, com um leve sarcasmo aglutinado. Ficou em silencio, pegou sua bengala, sua bolsa com urina que trazia consigo, fazia parte de si,era sua bexiga, porém ele carregava nas mãos, levantou-se, lentamente se afastava de mim, despediu-se e foi embora, já era hora do almoço.
ENTRE TANTAS DORES DA VIDA
Podes julgar que é loucura, dentro da vida.
Tão pequeno mas usado, por aquele mal;
Que tal, não, não, tenta o domínio o mal.
A repreensão, unica arma, a fé é o escudo;
a mente escurecida, pela negritude da vida.
o sol era testemunha, a alma não sorria;
A pulsão estagnada, o inconsciente dormia.
Parecia planejado, tudo estava armado,
mais tarde, ali estava a flor da vida, estendera
a mão e ela se encolhia.
Tudo estava preparado, la estava como que
obrigado, consumado o pecado, suportar a dor
era o que restava, implorado.
sábado, 9 de setembro de 2017
“...; tribulação e angústia sobre a alma de todo o homem que
pratica o mal, primeiramente do judeu, e também dom grego.” Rm 2.9
Tribulação: (θλίψη)
Neste
caso, a tribulação é uma colheita, o homem ou a mulher que pratica atos
indignos, sofrerá o juízo, por consequência os fatores externos estarão a encargos
desta tarefa.
O evento
ou uma situação muito desagradável ocasiona a tribulação, proporcionando
momentos difíceis, afeta o estado psíquico e o físico da pessoa. Os dias serão
de muita dificuldade, a aflição será companheira, o sofrimento tomara por
inteiro o individuo, desencadeara toda a sorte de sentimentos.
Angústia: (αγωνία)
O
sentimento chave, que traz a chaves da prisão, para aprisionar a alma é
angústia. Os fatores originários da angústia vêm de dentro da pessoa, —
calamidade, dificuldade, preocupação, aflição — esta relacionado com o
cotidiano. Em um determinado momento da vida, o questionamento quanto sua
própria vida será constante, sua existência, identidade serão colocados em
evidências. Em um grau máximo, inerte com relação à vida social, volve-se para
si, a estrutura psíquica fica sem ação.
Referência:
Champlin 2002; Bíblia de Estudo Palavras Chaves
Hebraico e Grego 2009; Bíblia de Estudo da Reforma 2017; https://saude.abril.com.br/bem-estar/angustia-e-doenca-e-tem-cura/
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
ALMA ENVERGONHADA
Esta alma, foi envergonhada por satanás na igreja, abandonou a Jesus Cristo. Ela precisa de alguém que a escute e não a julgue.
Analista Cristão
Analista Cristão
terça-feira, 5 de setembro de 2017
A ALMA DE UM CRISTÃO FERIDA
Esta é alma de um cristão, ferida de tanto lutar contra o pecado, sem poder confiar em alguém na igreja, para ajuda-lo nas suas peleja, nem mesmo no próprio pastor, porque dependendo do pecado o cristão é expulso do seio da igreja. Sem forças para lutar, ele abadona a igreja e a Cristo, e se entrega a sua própria dor.
Não abandone a Jesus Cristo ele é o teu Senhor e Deus.
Aqui estou eu conselheiro Diácono Luis Roberto para te ajudar f. 51 999902345
Não abandone a Jesus Cristo ele é o teu Senhor e Deus.
Aqui estou eu conselheiro Diácono Luis Roberto para te ajudar f. 51 999902345
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