quarta-feira, 25 de outubro de 2017

O BRILHO DO JASPE - Ap 21.11




Ele estava ali naquela pequenina igreja, — congregação —, de madeira velha, não tinha forro, a fiação era terrível, — um curto circuito pegava fogo —, o assoalho tinha buracos, as pessoas caminhavam com muito cuidado.
Praticamente todos os dias os crentes iam ao seu portão convida-lo par ir à igreja, — descobriram que ele estava doente — depois de muito insistirem ele foi, mas estava arrependido, nunca vira uma igreja tão feia, o pastor não tinha os dentes da frente, quando fala assobiava, era muito engraçado. Levantou-se para ir embora, sentiu uma dor de cabeça, levou sua mão à nuca lembrou-se do tumor que lhe incomodava, sentira que por alguns instantes perdera o movimento de seu corpo — embora estivesse no auge de sua idade portava-se como idoso —, fora amparado por um dos irmãos, sentara novamente.
Havia uma irmã, — estava na melhor idade, um pouco judiada pela vida que levara no passado —, o pastor que estava na direção do culto, dera uma oportunidade para ela, ela pegou o microfone, — tinha mais ou menos cinquenta pessoas na congregação —, pediu para uma irmã ler a bíblia em voz alta, — ela não sabia ler —, depois que a irmã leu  devolveu  a bíblia para ela,  logo em seguida ela chamou aquele homem que tanto insistiram para ele ir à igreja, ele levantou-se de sua cadeira ao olhar para frente, seus olhos brilharam, não estava mais naquela igreja velha e pobre, aquela irmã não era ela, era uma semelhança de um branco inigualável, extraordinário, a sua volta não podia ver nada, apenas luz descomunal e assim era tudo ali, caminhou em direção aquela semelhança humana que estava com os braços estendidos para ele, o tocou com aquelas alvura de mãos, dizia para si mesmo estou sonhando, fechou seus olhos quando os abriu novamente era aquela irmã estava orando com as mãos sobre sua cabeça.
       De volta à cadeira, ali ficou sentado até terminar o culto, estava em enlevo. Fora para sua casa, nem percebera que estava caminhando sem sentir dores. Naquele enlevo, em casa conversara pouco com a esposa, logo fora dormir, a esposa estava curiosa, conhecia seu esposo algo havia acontecido, porém ele não falava nada que ela pudesse entender. No outro dia acordara cedo, passou a mão na nuca não sentiu nada, caminhara rapidamente seus movimentos eram firmes, se sentia muito bem, acordara a esposa contou o que tinha ocorrido, sentira que havia sido curado daquele câncer que lhe atormentava, precisava falar com o médico. Fora ao médico, fez exames, o tumor na coluna cervical desaparecerá.
Lá estava ele juntamente com sua esposa, naquela pequenina igreja, — congregação —, alegrando-se com os irmãos e as irmãs. Naquela noite ele doou cento e cinquenta mil reais, para a congregação construir a uma igreja melhor. Todas as vezes que tinha culto ele estava lá, porém na nova igreja. 

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

O pastor e o conselheiro (Lv 5.5; Hb 10.23)

        Aflição era tão grande, que doía na sua alma, não podia mais esconder, intensa e sufocante era sua agonia. O que  faria aquele presbítero? Pastor/dirigente de uma congregação adjacente a igreja  principal, cometera o pecado, desviara dinheiro da congregação. Era a primeira vez, precisava falar com alguém, era necessária livrar-se daquelas aflições, não queria mais roubar a igreja, estava arrependido, sabia que era consequência do pecado o que estava sentindo. Decidira falar com o pastor da igreja. O pastor um crente ferrenho, durante seu ministério vários irmãos abandonaram a Jesus, não havia misericórdia ao corrigir um irmão ou irmã. 
 
       A caminho da igreja encontrou um irmão e a esposa, estavam muito tristes não sabiam o que iriam fazer, dedicaram suas vidas a serviço da igreja, haviam sido acusados de roubo e foram expulsos da igreja, não tiveram oportunidade de defesa, a dor da perda era muito grande. O presbítero precisava falar com alguém, ficara entristecido com que o irmão lhe falara,  estava sendo tentado a roubar mais dinheiro da igreja, estava ficando difícil precisava de ajuda, provavelmente se falasse com o pastor seria até mesmo preso e expulso do ministério. 
       Havia um conselheiro, não pertencia a mesma igreja que ele, atendia fora do âmbito da igreja, atendia irmãos e irmãs de todas as denominações evangélicas. Decidido fora consultar o conselheiro. Durante a sessão de aconselhamento, que iniciara com oração, aflito queria falar logo, sentou-se em uma cadeira bem confortável, após a oração sentiu-se mais relaxado, por longos trinta minutos o conselheiro o escutou. O conselheiro receitou mais sete sessões de aconselhamento para suportar a tentação, teria que devolver o dinheiro da igreja e entregar seu cargo, e seguir a sessões de tratamento espiritual. Após o encerramento do aconselhamento, que finalizava com oração, decidira falar com o pastor. 
       Passou na congregação e devolveu o dinheiro colocando-o no cofre, foi para igreja falou com pastor, disse a ele que não podia mais ser pastor da congregação, por motivos pessoais, o pastor lamentou pois era um excelente obreiro.  Ele continuou em comunhão com a igreja e os irmãos, depois do tempo de tratamento fora curado (liberto) da doença da alma ( da tentação), estava em comunhão perfeita com Deus. O que teria acontecido se ele tivesse falado com o pastor primeiro?  

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

RESQUÍCIO DE ADULTÉRIO (Mt 5.28)

Adultério          Estendera a sua mão e cumprimentara a jovem senhora, não olhara em seus olhos, sentira o calor de sua mão, que mão macia e quente, pensara o presbítero. Não queria largar aquela mão feminina, respirou profundamente e sentira seu perfume, que delicia, falava em seus pensamentos. Não queria olhar nos olhos daquela jovial senhora, (casada recentemente, carregava consigo o odor erotizado da lua de mel) ela puxara sua mão, o presbítero a segurou levemente forte, fitando nos seus olhos, largou, pedindo desculpas, saudara o esposo, virara as costas e fora para o banheiro.

O SERVO BOM (Mt 25.21)

           
alternativo
Era um dia desses, como faz em  Londres, cinzento,  estava feliz adquirira, dois restaurantes, era apenas mais alguns de seus  negócios, entre tantos que possuía, pois descendia de família de negociantes, muitas de sua fazendas herdara de seus pais, e com sua habilidade multiplicara, era bem sucedido.
       Dois restaurantes, precisava de dois administradores de confiança, iria dar oportunidade a dois de seus colaboradores que já trabalhavam com ele a algum tempo, ainda não tinham cargos de chefia (confiança), se mostravam a altura. Chamara ambos e lhes posicionara da situação, ficaram entusiasmados, afinal de contas ocupariam cargos de chefia, seriam responsáveis por um grupo de colaboradores, além do mais aquele homem rico comprou estes estabelecimentos, porque era um bom negócio, seu talento para negociar era nato.
        Assumiram seus postos. O que se chamava Saul ficou atônito, sabia que a responsabilidade era muito grande seu patrão lhe depositara confiança, precisava refletir muito, teria que fazer o melhor para manter  este prestigio. Depois de organizar seus pensamentos, teria que agir com muita prudência, sabia que seria cobrado afinal de contas a liderança estava em suas mãos.
        O outro de nome Genésio, como chefe teria que agir como tal, e exigia que lhe tratassem como devido respeito que merecia, sim ele era o senhor administrador daquele estabelecimento. Quem não trabalhasse segundo sua regras, não ficaria trabalhando ali, deixou isto bem claro. O que mais gostava era de ficar na sua sala sentado atras de sua mesa de chefe, com os pés em cima da mesa.
        passou-se algum tempo, o patrão enviou um de seus colaboradores de confiança para buscar os relatórios e verificar os lucros de seus restaurantes. Saul prontamente entregara os livros de  registros financeiros e todos os comprovantes de depósito, sua principal preocupação era dar lucro a seu patrão. Genésio entristecido, entregara os livros reclamando de seus colaboradores,  dizendo que não trabalhavam corretamente. Alguns tinham ido embora, todos os registros estavam desorganizados, o restaurante estava devendo, não houvia lucro. Genésio perdera a posição. Saul passara administrar os dois restaurante, seu salario dobrara, sobre o muito fora colocado

sábado, 7 de outubro de 2017

A LUZ E A ESCURIDÃO (Jo 11.10)

AMIZADEAndar, andar,andar
seguir sem ter onde ir;
Nadar, quem sabe, nadar,
é preciso ir e vir, voltar e ir.

Um caminho reto, não, não,
atormentado, as vezes não atento;
 seguindo só, arremessado como arpão,
atado, atacado, sem seu seguimento.

Entre ali, sai daqui, volta por ali, esquece daqui,
volta e meia, a dor semeia, alheia a vida, seguida
 e ia, por nada ainda , a vida linda, bela é a vinda.

Deixar a luz, seguir a escura, voltar para a luz e procurar a cura, 
                             doença, maldição, sem erudição, mais tarde reflexão, o desejo é                                   inconsciente,o que quer é burlado pela escuridão, por sua vez  teme a luz.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

PRÍNCIPE DA PAZ ( Is 9.6)

    Quando cheguei, estavam sentadas em um pequeno quiosque duas idosas, as cumprimentei e sentei-me em um banco próximo delas. Uma delas expressava a alegria de estar naquela casa, falava que era bem tratada, adorava os outros idosos e idosas que lá moravam. A outra expressava a tristeza de estar ali. Aproximou-se outra idosas, muito simpática, está expressava agradecimentos a Deus por ali estar, dizia que ali estava protegida, era tudo o que um idoso precisava, a paz e ali tinha. Eu pensei no assassino norte americano que a poucos
Quiosque para idosos
dias havia cometido um assassinato em massa, Matara cinquenta e ferira mais de quinhentos.  Nos despedimos com muita cordialidade. No carro liguei o rádio, um homem, no norte de Minas Gerais ateou fogo em quatro crianças e alguns adultos, e logo em seguida em si mesmo. Tudo o que aquela idosa queria era proteção e terminar sua vida em paz.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

HOMEM SEM MISERICÓRDIA (Tg 2.13)

        Estava adormecido, no seu inconsciente, acordara, de uma maneira incompressível impulsionara o pastor, que pensava o que eu estou fazendo, já faz tanto tempo que eu não pensava  e nem fazia isto, meu Deus! O que eu estou fazendo? Lá estava ele cometendo. Todos  estavam vendo, mais nenhum era da igreja, eram pessoas comuns. Como se fora arrebatado, estava ali rodeado por belas garotas, não queria estar ali, amava a Deus com toda a sua alma, com toda sua força e de todo o pensamento.
        Andava de um  lado para outro, procurava uma explicação de si mesmo, como era possível, o  que estava acontecendo? O Que fiz para  O Senhor? No fundo do estabelecimento estava uma  mulher aparentemente sedutora, os olhos do pastor brilharam encheram-se de adultério quando á avistou.
         Aquele era um homem de Deus, pastor de um grande ministério, com uma grande reputação, conhecido por suas atitudes ultra conservadora. Por diversas vezes disciplinara obreiros, humilhara a tantos, outros abandonaram a Cristo por que  passaram a odiar este pastor. Havia um grande números de pessoas que queriam o ver longe do ministério. Estava ali em uma situação difícil, sua carne pulsava, aquela mulher o atraia, pensava em Deus...

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

PERVERSÃO! A MALDADE

Museu

          Naquela tarde em seu trabalho seus pensamentos fora tomado pela perversão sexual. Lembrava-se de atos sexuais anteriores praticados por si, (pecados passado), seus pensamentos fervilhavam. Hã como era bom, pensava ele! Sabia que se cometesse novamente, Deus não o teria por inocente, seria perdoado, porque afinal de contas Jesus derramou o seu próprio sangue para o a remissão dos pecados, porém não se livraria dos tormentos do pecado (consequência), sua alma gemeria de dor.

          A noite chegou, iria embora para casa, a família o aguardava, entrou no carro, no caminho lutava desesperadamente com o demônio dos pensamentos. Ele era crente sabia que estava sendo tentado. No caminho, mudara o destino, não fora sua vontade, mas o impulso satânico mudou sua rota, sabia que havia perdido aquela batalha, se entregara aos desejos da carne, impulsionado pelo inimigo comum da humanidade.
          Idealizava o objeto de desejo, queria um belo rapaz, já que     havia cedido a tentação, pensava como deveria ser este rapaz. Satanás fora generoso (astucioso, pois deseja aquela alma). Lá na frente estava o rapaz, do jeito que ele imaginou, sentado na calçada, como num passe de magica parou fez sinal o rapaz entrou no carro.            Mais tarde chegou em casa, encontrou a família, pedia misericórdia em seus pensamentos, estava arrependido, entrou no seu quarto e chorou lagrimas de contrição, sentia dor na alma, quase não conversou com a esposa e nem com os filhos. Na madrugada um demônio em forma de mulher pulara sobre ele,  gemia acordava em prantos, assustando a mulher que dormia a seu lado, os demônios faziam fila para entrar dentro dele e tomarem posse daquela alma,  cairá ao chão de joelhos  chorava e orava em silêncio. 
         Seus dias eram de trevas, em seus pensamentos lembrava-se dos momentos detalhados do ato pecaminoso, queria e não queria mais, já não era mais tentado, estava sendo intimado coercitivamente a voltar a cometer o pecado, as algemas tilintavam nas mãos dos demônios, iriam prende-lo. Suas orações e seus jejuns aplacavam um pouco a fúria satânica. Sabia que estava sofrendo a consequência da perversão (pecado) que cometera. Quanto tempo duraria aqueles tormentos? Só Deus poderia saber.



CONSELHEIRO

ORAÇÃO EFICAZ