segunda-feira, 2 de outubro de 2017

PERVERSÃO! A MALDADE

Museu

          Naquela tarde em seu trabalho seus pensamentos fora tomado pela perversão sexual. Lembrava-se de atos sexuais anteriores praticados por si, (pecados passado), seus pensamentos fervilhavam. Hã como era bom, pensava ele! Sabia que se cometesse novamente, Deus não o teria por inocente, seria perdoado, porque afinal de contas Jesus derramou o seu próprio sangue para o a remissão dos pecados, porém não se livraria dos tormentos do pecado (consequência), sua alma gemeria de dor.

          A noite chegou, iria embora para casa, a família o aguardava, entrou no carro, no caminho lutava desesperadamente com o demônio dos pensamentos. Ele era crente sabia que estava sendo tentado. No caminho, mudara o destino, não fora sua vontade, mas o impulso satânico mudou sua rota, sabia que havia perdido aquela batalha, se entregara aos desejos da carne, impulsionado pelo inimigo comum da humanidade.
          Idealizava o objeto de desejo, queria um belo rapaz, já que     havia cedido a tentação, pensava como deveria ser este rapaz. Satanás fora generoso (astucioso, pois deseja aquela alma). Lá na frente estava o rapaz, do jeito que ele imaginou, sentado na calçada, como num passe de magica parou fez sinal o rapaz entrou no carro.            Mais tarde chegou em casa, encontrou a família, pedia misericórdia em seus pensamentos, estava arrependido, entrou no seu quarto e chorou lagrimas de contrição, sentia dor na alma, quase não conversou com a esposa e nem com os filhos. Na madrugada um demônio em forma de mulher pulara sobre ele,  gemia acordava em prantos, assustando a mulher que dormia a seu lado, os demônios faziam fila para entrar dentro dele e tomarem posse daquela alma,  cairá ao chão de joelhos  chorava e orava em silêncio. 
         Seus dias eram de trevas, em seus pensamentos lembrava-se dos momentos detalhados do ato pecaminoso, queria e não queria mais, já não era mais tentado, estava sendo intimado coercitivamente a voltar a cometer o pecado, as algemas tilintavam nas mãos dos demônios, iriam prende-lo. Suas orações e seus jejuns aplacavam um pouco a fúria satânica. Sabia que estava sofrendo a consequência da perversão (pecado) que cometera. Quanto tempo duraria aqueles tormentos? Só Deus poderia saber.



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