ÉTICA DE CRISTO E A ÉTICA
HUMANA: Os homens no período clássico grego, que se dedicaram
a entender a bondade, segundo eles, o homem que conhecesse o bem atingiria a
conduta perfeita. Na perspectiva de alguns estudiosos da teologia, a ideia era viável,
no entanto o caráter cariado do homem e da mulher, que por diversos prefere a
maldade do que a bondade. Avançando rumo ao relativismo ético, que abrange a inexistência
de qualquer compreensão de ensino ético eterno. Focando nas pessoas com seus
complexos sociais e muitas outras condições transitórias, mesmo com seus
conhecimentos limitado sobre o bem e o mal, ainda assim determinam o que é bom
para os homens e as mulheres. As mudanças no comportamento das pessoas, nas construções
sociais e em outras naturezas mais, também modificam os princípios éticos.
Em
uma grandeza ética Jesus nos ensinou a máxima ética absolutista, isto é, convictos
eternos que não sofrem transformações. Ponderamos o sermão da montanha[1] como princípios éticos
sempiterno. A conceituação ética básica de Jesus, desmantelou qualquer ética judaico
que reduzia Deus em um deus nacional. O Senhor Jesus faz nos compreender que a
universalidade Divina, que abrange todas as nações do mundo[2] e que ele veio para salvar
a todos e a todas.
Jesus nos instrui
categoricamente está virtude, Ele veio para expressar este amor[3]. O evangelho de João
declara este amor pela humanidade[4]. O amor se assenta sobres
as leis reinando sobre elas, e tornando-se absoluto, cumprindo todos os
conceitos éticos legisladores do judaísmo.
Primeiro nos colocamos no lugar do outro e sentimos o que ele sente, e
depois sentir por ele o que sentimos por nós mesmos[5]. Conhecemos muito bem o amor
próprio, a ponto de ter um ego, até mesmo sufocante. Preocupamo-nos com o nosso
bem-estar e o nosso amanhã, nossa família está na preferência sempre, vivemos
este amor com os membros bem chegado. O Senhor deseja que este amor seja para
com todos sem discriminação, incluindo os nossos inimigos[6]. O amor como virtude
desenvolve a ética absolutista de Cristo, nas mais variadas formas de amar, por
exemplo: o amor não é assassino, não é raivoso, não conhece a corrupção e tão
pouco deseja o que não é seu, o amor não é agressivo e ergue a bandeira da paz[7].
A pratica do amor de Deus em Cristo, e a expansão deste
como finalidade de vida, desmascara as muitas facetas do mal, dos muitos eus
adquiridos durante nossa estadia na terra. E de tempo em tempo assumimos a
verdadeira face, aquela que perdemos quando no jardim tornamo-nos homens e mulheres
caído, a face de Cristo é a nossa verdadeira imagem[8].
Referências:
CHAMPLIN, R. N. Enciclopédia
de bíblia, Teologia e Filosofia. 13º ed. São Paulo: Hagnos, 2015.
SILVA, Paulo André
Barbosa. Ética cristã: curso médio em Teologia. 1 ed. Porto Alegre: IBE,
2016.
Referências bíblicas:
Bíblia de Estudo do
Discipulado. Barueri, SP. Sociedade Bíblica do Brasil, 2019.
NAA: Nova Almeida
Atualizada
Bíblia do Pregador
Pentecostal, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2016.
ARC: Almeida Revista e
Corrigida
[1]
Mt 5-7 “Ao ver as multidões Jesus subiu ao monte. Ele se assentou e os seus
discípulos se aproximaram dele. E então ele passou a ensiná-los. (...)
[2]
Mt 5.45; 6.1,6,15,18 “Para demostrarem que são filhos do pai de vocês, que está
nos céus. Porque ele faz o seu sol nascer sobre maus e bons e vir chuvas sobre
justos e injustos.” (...)
[3]
Jo 15.13 “Ninguém tem amor maior do que este: de alguém dar a própria vida pelos
seus amigos.”
[5]
Lc 10.27 “(...). E ame o seu próximo como você ama a si mesmo.”
[6] Mt
5.44 “Eu, porém lhes digo: amem os seus inimigos e orem pelos que perseguem
vocês, (...).”
[7] 1Co
13.4-7 “O amor é paciente e bondoso. O amor não arde em ciúmes, não se
envaidece, não é orgulhoso, (...)”
[8]
2Co 3.18 “E todos nós, com o rosto descoberto, contemplando a glória do Senhor,
somos transformados de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo
Senhor, que é o Espírito.”
