terça-feira, 23 de julho de 2019


ÉTICA DE CRISTO E A ÉTICA HUMANA: Os homens no período clássico grego, que se dedicaram a entender a bondade, segundo eles, o homem que conhecesse o bem atingiria a conduta perfeita. Na perspectiva de alguns estudiosos da teologia, a ideia era viável, no entanto o caráter cariado do homem e da mulher, que por diversos prefere a maldade do que a bondade. Avançando rumo ao relativismo ético, que abrange a inexistência de qualquer compreensão de ensino ético eterno. Focando nas pessoas com seus complexos sociais e muitas outras condições transitórias, mesmo com seus conhecimentos limitado sobre o bem e o mal, ainda assim determinam o que é bom para os homens e as mulheres. As mudanças no comportamento das pessoas, nas construções sociais e em outras naturezas mais, também modificam os princípios éticos.
            Em uma grandeza ética Jesus nos ensinou a máxima ética absolutista, isto é, convictos eternos que não sofrem transformações. Ponderamos o sermão da montanha[1] como princípios éticos sempiterno. A conceituação ética básica de Jesus, desmantelou qualquer ética judaico que reduzia Deus em um deus nacional. O Senhor Jesus faz nos compreender que a universalidade Divina, que abrange todas as nações do mundo[2] e que ele veio para salvar a todos e a todas.
 Jesus nos instrui categoricamente está virtude, Ele veio para expressar este amor[3]. O evangelho de João declara este amor pela humanidade[4]. O amor se assenta sobres as leis reinando sobre elas, e tornando-se absoluto, cumprindo todos os conceitos éticos legisladores do judaísmo.  Primeiro nos colocamos no lugar do outro e sentimos o que ele sente, e depois sentir por ele o que sentimos por nós mesmos[5]. Conhecemos muito bem o amor próprio, a ponto de ter um ego, até mesmo sufocante. Preocupamo-nos com o nosso bem-estar e o nosso amanhã, nossa família está na preferência sempre, vivemos este amor com os membros bem chegado. O Senhor deseja que este amor seja para com todos sem discriminação, incluindo os nossos inimigos[6]. O amor como virtude desenvolve a ética absolutista de Cristo, nas mais variadas formas de amar, por exemplo: o amor não é assassino, não é raivoso, não conhece a corrupção e tão pouco deseja o que não é seu, o amor não é agressivo e ergue a bandeira da paz[7].
            A pratica do amor de Deus em Cristo, e a expansão deste como finalidade de vida, desmascara as muitas facetas do mal, dos muitos eus adquiridos durante nossa estadia na terra. E de tempo em tempo assumimos a verdadeira face, aquela que perdemos quando no jardim tornamo-nos homens e mulheres caído, a face de Cristo é a nossa verdadeira imagem[8]. 

Referências:
CHAMPLIN, R. N. Enciclopédia de bíblia, Teologia e Filosofia. 13º ed. São Paulo: Hagnos, 2015.
SILVA, Paulo André Barbosa. Ética cristã: curso médio em Teologia. 1 ed. Porto Alegre: IBE, 2016.
Referências bíblicas:
Bíblia de Estudo do Discipulado. Barueri, SP. Sociedade Bíblica do Brasil, 2019.
NAA: Nova Almeida Atualizada
Bíblia do Pregador Pentecostal, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2016.
ARC: Almeida Revista e Corrigida



[1] Mt 5-7 “Ao ver as multidões Jesus subiu ao monte. Ele se assentou e os seus discípulos se aproximaram dele. E então ele passou a ensiná-los. (...)
[2] Mt 5.45; 6.1,6,15,18 “Para demostrarem que são filhos do pai de vocês, que está nos céus. Porque ele faz o seu sol nascer sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos.” (...)
[3] Jo 15.13 “Ninguém tem amor maior do que este: de alguém dar a própria vida pelos seus amigos.”
[4][4] Jo 3.16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, (...).”
[5] Lc 10.27 “(...). E ame o seu próximo como você ama a si mesmo.”
[6] Mt 5.44 “Eu, porém lhes digo: amem os seus inimigos e orem pelos que perseguem vocês, (...).”
[7] 1Co 13.4-7 “O amor é paciente e bondoso. O amor não arde em ciúmes, não se envaidece, não é orgulhoso, (...)”
[8] 2Co 3.18 “E todos nós, com o rosto descoberto, contemplando a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, que é o Espírito.”

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